Viatura Lig de Passageiros- valores aceites depreciações


Reproduzo aqui um post do forum da OTOC dado o interesse do mesmo:

A colega Célia Correia pergunta:

Tenho uma dúvida relacionada com viaturas ligeiras de passageiros nomeadamente no limite de aceite:
exemplo:
um automovel foi adquirido em 1996 por 29 000 euros.
Entretanto foi totalmente depreciado
em 2008 efectuou grande reparação no valor de 5000 euros.
Estes 5000 euros serão de somar aos 29.000 euros iniciais e daqui retirar a parte não aceite, ou o valor de aquisição de referencia para efeitos fiscais é sempre o inicial? 

O colega José Carlos Marques responde

Esta situação é anterior ás alterações entretando verificadas, mas eu comungo da mesmissima opinião de então – como vê!
  
A limitação prevista na alínea e) do n.º 1 do art. 33º do CIRC, o que está em causa são as viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujo valor de aquisição ou de reavaliação seja superior a €29.927,87 do qual não fazem parte eventuais grandes reparações.

 
 

Assim, em nossa opinião, a grande reparação deverá ser amortizada ou reintegrada em função do período de utilidade esperada que lhe for atribuído (n.º 2 do art. 5º do referido Dec. Regulamentar), encontrando-se o montante desta sujeito à tributação autónoma prevista no n.º 3 do art. 81º do CIRC

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 O meu obrigado a ambos

ATENÇÃO AO NOVO VALOR (40.000) PARA ESTE TIPO DE VIATURAS NO EXECICIO DE 2010 E SEGUINTES.

Fluxos de caixa


Muitos de nós não tinhamos os softwares preparados para a elaboração dos fluxos de caixa pelo método directo.

A unica hipotese agora é entar fazer pelo método indirecto a fim de se chegar a numeros o mais reais possiveis.

O nosso colega J Viegas (TOC) disponibilizou na partilha dos toc um mapa que me parece estar bastane razoável para não dizer muito bom que nos poderá facilitar o trabalho.

Podem sacar aqui:

http://www.mediafire.com/?x1ifpvf9upuoj3h

MAPAS EXCEL D.F. SNC


Para quem pretender pode sacar os mapas em excel das Demonstrações Financeiras para SNC em:

Demonstração de Resultados: http://www.mediafire.com/?zq72cpjdj2g60l1

Balanço: http://www.mediafire.com/?16u06pe2qu3j2jz

Fluxos de caixa: http://www.mediafire.com/?hy40k1dcjfd199t

Anexo: http://www.mediafire.com/?5m6d60tyjw8ww48   (Modelo cedido pela DFK)

Cheques pre-datados


Um cheque quando emitido é, na realidade, um meio de pagamento á vista. No entanto existe um acordo entre as partes em que o cheque será apresentado na data combinada. Por hábito, as entidades bancárias aceitam estes cheques criando linhas próprias de financiamento. Deste modo o cheque, salvo melhor opinião, deverá ter a seguinte contabilização:
1. Pelo recebimento:
D: 11…
C: 21…
2. Pelo deposito em conta de cheques pre datados:
D: 13…
C: 11…
3. Pelo adiantamento efectuado pela entidade bancária:
D: 12…
C: 251…
4. Na data de vencimento:
D: 251…
C: 13…
Se o cheque não for devolvido, não se faz mais nada,
caso o cheque não tenha provisão e seja devolvido deve-se contabilizar o respectivo movimento:
D: 21…
C: 12…
Se o adiantamento efectuado pela entidade bancária for de % inferior a 100%, deve-se no ponto 4, contabilizar:
D: 251… % do adiantamento
D: 12… % remanescente
C: 13.. Pelo valor total do cheque

(Com a colaboração dos colegas Rui Ramalho e Joaquim Antunes)