Os rendimentos auferidos em resultado da partilha, derivados da liquidação de
sociedades deixam de se poder qualificar como rendimentos de aplicação de capitais (e
consequentemente da possibilidade de optar pelo englobamento de apenas 50%) e passam a qualificar-se apenas como mais-valias.

Até este ano este tipo de rendimento podia ser apurado como rendimento de capitais e/ou Mais Valia.

(Um colega enviou esta informação)

Junto anexo o seguinte complemento:

* Rendimentos da liquidação e partilha e o seu englobamento (exclusão de parte da alínea i do nº 2 do art. 5º CIRS e do artigo 40º-A e alteração da alínea b do nº 1 do artigo 10º CIRS)

A parte dos resultados da partilha (**), decorrentes da liquidação/encerramento das sociedades, deixa de ser enquadrado como rendimentos de aplicação de capitais e passa a ser qualificado apenas como mais-valias.

* Até 2013: Enquadrava-se como Rendimento de Capitais (Categoria E), com possibilidade de englobar apenas 50 %
* Após 2014: Enquadra-se como Mais Valias (Categoria G)

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