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Quando estamos perante um crédito incobravel de clientes (o mais habitual) técnicamente dizemos que temos uma imparidade.

As Imparidades são de reconhecimento obrigatório segundo a NCRF nº 12.

O reconhecimento é feito em dois passos:

1º passagem do saldo da conta corrente normal 21.1 para a conta corrente de cob. duvidosa por exemplo 21.7;

2º débito da conta 65.1.1 por crédito da conta 21.9

Nascem aqui duas questões:

1º – Se não for fiscalmente aceite a totalidade desta imparidade (ver artº 36 do CIRC) há que calcular um Activo por Impostos Diferidos que será reajustado a cada ano que passa até desaparecer.

2º – Prende-se com o facto de querer fazer desaparecer esse Direito anulado-o com a Imparidade  acumualda reconhecida.

Nesse caso devemos creditar a conta 21.7 respectiva por contrapartida da conta 21.9, acontece que se não for aceite fiscalmente essa anulação, isto é não houver declaração de insolvência, ou outra por Tribunal competente e uma vez que levamos a Gastos a Imparidade de anos anteriores, temos de reconhecer o Rendimento aquando da anulação.

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